Rompamos a clausura Carmelita, cruzando uma das Portas da Mata Nacional do Buçaco, o verde virá ao nosso encontro. Verde de muitos verdes, filho desta bruma matinal, lenda de frades, labor dos Carmelitas e o saber de homens das florestas das Matas Reais. Aqui, estamos no coração do Bosque Sagrado, uma das melhores e mais majestosas coleções dendrológicas da Europa. De Santo Antão é um deslumbramento, na imensidão do mar de verde, descubra as Crypomérias, Cupressus lusitanica, Sequoias semprevirens. Aposte no desafio!
Se percorrermos estas veredas, estaremos na floresta de Sequoias da Califórnia, ou Tasmânia, no Vale dos Fetos. Pedaços de todo o Mundo, mesmo aqui à mão.
Subamos às alturas e contemplemos um tesouro ecológico. Nas imediações da Cruz Alta, uma mancha considerável da nossa floresta primitiva, Floresta Relíquia com espécies botânicas do tipo climático, onde ocorrem os adernos, os pirilteiros, Prunus lusitânica, Quercus róbur. Segredos bem guardados.
A biodiversidade estende-se à fauna: se os habitantes da Mata são sobretudo aves, as zonas húmidas acolhem 10 espécies de anfíbios, dos 17 que ocorrem em Portugal.
Para além do conteúdo nesta página sobre a Mata do Buçaco, recomendamos fortemente a visita ao website oficial da Fundação Mata do Buçaco, onde poderá encontrar mais informação sobre os elementos aqui apresentados, bem como do restante património:





